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01 de setembro de 2026

Seminário Nacional aprofunda gestão integrada dos bens culturais da Igreja a serviço da evangelização

01/09/2026 . Igreja

A Comissão Episcopal para a Cultura e a Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, em outubro, dois eventos conjuntos sobre os bens culturais da Igreja: O II Seminário Nacional de Patrimônio Cultural Católico e III Encontro dos Equipamentos e Centros Culturais Católicos. Realizado no contexto do Acordo de Cooperação Técnica entre a CNBB e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o seminário terá como tema “Os bens culturais da Igreja e sua gestão integrada a serviço da evangelização”.

A programação será realizada de 5 a 8 de outubro, na Casa Dom Luciano Mendes de Almeida, em Brasília (DF). Haverá aula magna conduzida pela diretora do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (SNPC) de Portugal, doutora Isabel Maria Alçada Cardoso. Os participantes também terão a oportunidade de acompanhar conferências e painéis e participar de workshops.

A expectativa é reunir representantes das (arqui)dioceses, profissionais e técnicos do Iphan, representantes dos equipamentos e centros culturais católicos (centros culturais, museus, memoriais, arquivos e bibliotecas eclesiásticas), profissionais especialistas de diversas áreas, para refletir e traçar estratégias sobre a preservação, sustentabilidade, identificação e captação de recursos e investimentos em vista dos Bens Culturais da Igreja e do Patrimônio Cultural Católico.

Precioso patrimônio

Dom Gregório Paixão, arcebispo de Fortaleza (CE) e presidente da Comissão para a Cultura e a Educação da CNBB, recorda que a Igreja Católica no Brasil possui um “precioso patrimônio cultural material e imaterial, constituído ao longo dos séculos”.

“São igrejas, imagens, documentos, objetos litúrgicos, músicas, festas, tradições e tantas expressões de fé que testemunham a história da evangelização e da vida do nosso povo”, enumera.

Nesse sentido, salienta o bispo, o trabalho da Comissão, por meio do Setor de Bens Culturais, é de promover, preservar, divulgar, salvaguardar e pesquisar esse patrimônio. O trabalho ainda busca fortalecer a cooperação com as instituições públicas na sua preservação, como é o caso do Acordo de Cooperação Técnica com o Iphan.

“Na Igreja, preservar um patrimônio não significa apenas cuidar de coisas antigas, significa cuidar da memória, da identidade e da fé de um povo. Aquilo que recebemos de gerações passadas, pode continuar sendo instrumento de evangelização para as novas gerações”, destaca dom Gregório.

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CNBB