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08 de julho de 2020

Equipe Diocesana de Liturgia

No Símbolo da Fé, a Igreja confessa o mistério da Santíssima Trindade e o seu “desígnio admirável” (Ef 1, 9) sobre toda a criação: o Pai realiza o «mistério da sua vontade”, dando o seu Filho muito amado e o seu Espírito Santo para a salvação do mundo e para a glória do seu nome. Tal é o mistério de Cristo (1), revelado e realizado na história segundo um plano, uma «disposição» sabiamente ordenada, a que São Paulo chama «a economia do mistério” (Ef 3, 9) e a que a tradição patrística chamará «a economia do Verbo encarnado» ou “economia da salvação”.

“Esta obra da redenção humana e da glorificação perfeita de Deus, cujo prelúdio foram as magníficas obras divinas operadas no povo do Antigo Testamento, realizou-a Cristo Senhor, principalmente pelo mistério pascal da sua bem-aventurada paixão, Ressurreição dos mortos e gloriosa ascensão, em que, “morrendo, destruiu a morte e ressuscitando restaurou a vida”. Efectivamente, foi do lado de Cristo adormecido na cruz que nasceu “o sacramento admirável de toda a Igreja” (2). É por isso que, na liturgia, a Igreja celebra principalmente o mistério pascal, pelo qual Cristo realizou a obra da nossa salvação.

É este mistério de Cristo que a Igreja proclama e celebra na sua liturgia, para que os fiéis dele vivam e dele deem testemunho no mundo.

“A liturgia, com efeito, pela qual, sobretudo no sacrifício eucarístico, “se atua a obra da nossa redenção”, contribui em sumo grau para que os fiéis exprimam na vida e manifestem aos outros o mistério de Cristo e a autêntica natureza da, verdadeira Igreja” (3).

Coordenador(a)

Gildete Maria Magalhães