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29 de novembro de 2020

Paróquia Nossa Senhora do Rosário

Para entender como se deu a criação da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário em Santa Maria de Itabira é necessário que se conheça primeiro a história de como surgiu o povoado.

Em busca de ouro e pedras preciosas, os bandeirantes iam palmilhando as montanhas e os sertões, descobrindo lavras, instalando fazendas, fundando povoados e colonizando a imensidão das Gerais. Quando se embrenharam pelas matas do Nordeste de Minas, entre eles, Borba Gato, Francisco de Faria Albernás e seus irmãos, surgiu Itabira, em torno de uma capela coberta de colmo, construída junto ao garimpo da Fonte do Prata, que o padre Manoel do Rosário e o bandeirante João Teixeira Ramos já haviam descoberto por volta de 1705. Essa região era conhecida pelos bandeirantes como Sertão das Matas dos Cocais.

Tomando como ponto de referência o imponente Pico do Itambé, próximo à uma jazida descoberta, garimpeiros e fazendeiros foram chegando e, outras lavras, fazendas e povoados foram surgindo. Dentre eles, Santa Maria de Itabira.

Nossa Senhora do Rosário de Santa Maria de Itabira. Este foi o primeiro nome do povoado que virou município em 1º de janeiro de 1944. Como aconteceu em Itabira, o povoado cresceu em torno de uma capela, construída em louvor a Nossa Senhora do Rosário e sua história remonta séculos. É provável que o povoado tenha começado a se formar ainda no século XVII e que o nome tenha vindo da Fazenda Santa Maria de propriedade do fazendeiro Francisco de Paula e Silva Santa Maria com sede onde hoje está localizado o cemitério.

Há uma versão histórica, entre outras, também aceita, de que o povoado teria se formado a partir de um quilombo próximo de onde hoje está a sede do município, criado por escravos fugidos de fazendas da região.

A data mais antiga e precisa de sua história foi encontrada em documentos localizados na Prefeitura de Itabira (município do qual Santa Maria foi distrito até 1943). Neles pode-se saber que o povoado se formou nos tempos da corrida do ouro na região. E contam que o primeiro Cartório de Paz foi instalado em quatro de maio de 1834 e os primeiros atos civis registrados (ou pelo menos recuperados) mostram: um casamento em 19 de junho de 1890, um nascimento em dois de dezembro de 1890 e um óbito em 24 de janeiro de 1891.

Primeira Igreja

Santa Maria de Itabira foi um povoado que surgiu nos meados do século XVIII, ao redor da capela e posteriormente Igreja Matriz. O arraial era descrito como tendo “um adro, em frente à porta principal da capela, com 150 palmos quadrados (32m², aproximadamente). Deste adro nasceu uma rua estreita, que seguiu em linha reta até a entrada que vai para Ferros”, (hoje Rua Padre José Martins) (…).

O juiz de Paz do distrito de Santa Maria, senhor Francisco Jácome, em uma carta diz o seguinte: “neste distrito tem uma pequena povoação, uma capela e o cemitério. Apesar de ser um bom lugar e no centro do distrito passar uma bem frequentada estrada, não existem ruas. Existem algumas casas simples, mas tudo tem atraso por falta de um sacerdote.”

A Paróquia de Santa Maria de Itabira, colocada sob a proteção de Nossa Senhora do Rosário, foi erigida em 1º de abril de 1821, após ser desmembrada da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, de Itabira, que, por sua vez, viria a dar origem à Diocese de Itabira-Fabriciano, ereta em 14 de junho de 1965.

É uma circunscrição eclesiástica católica brasileira e faz parte da Diocese de Itabira-Fabriciano, estando situada na Região Pastoral I. Engloba, em 2020, um total de 27 comunidades.

 

PADRES QUE AQUI TRABALHARAM

Não se pode precisar bem a data da chegada do primeiro pároco, mas foram encontrados documentos assinados pelo Padre José Martins, em 1872. Ele dirigiu os destinos de sua terra natal até sua morte ocorrida no dia 11 de novembro de 1920. Nos 48 anos de serviço, muito trabalhou na evangelização, cujos frutos perduram até hoje, o que se deduz pela lembrança de seus paroquianos e para nomear uma rua da cidade.

1º. Padre José Martins: aproximadamente de 1872 até 11 de novembro de 1920, quando faleceu.

2º. Com a sua morte, veio substituí-lo o Senhor Cônego Guilhermino Pereira, nomeado no dia 11 de fevereiro de 1921 e empossado no dia 03 de abril de 1921. Natural de Itabira, ele conquistou logo o coração dos santa-marienses, sendo transferido para a cidade de Joanésia, MG em março de 1924.

Por certo tempo, ficou a paróquia sob os cuidados do Sr. Padre Maurício Antônio Medeiros Gouveia  então vigário forâneo de Itabira (março a outubro de 1924) e do Padre Alípio Odier de Oliveira, vigário em Santana de Ferros.

3º. Padre Estevam Afonso Maria Viparelli, de 31 de janeiro de 1926 ficando até 1930 quando foi transferido para Bom Jesus onde ficou por 2 anos.

* Padre Abelard Fernandes de Oliveira, março de 1931, por 2 anos.

* Padre Antônio Aleixo Aguiar (abril de 1933) e, logo após, o padre Sudário Maria Moreira Mendes, por curto período. Padre José Lopes dos Santos e Santos Saez Acha também auxiliaram nos trabalhos.

* Padre Estevam Viparelli, novamente, em 15 de abril de 1934 até 12 de outubro de 1956, quando faleceu.

4º. Padre Luiz Moreira Costa, foi empossado como pároco em 05 de novembro de 1956.

Neste ano ele registra no Livro de Tombo: “a única igreja existente é muito pequena, com área inferior a 300 metros quadrados e de traços desairosos, flagrante contraste com o estilo da cidade. Anseio ardente e constante de todos os católicos a construção de um templo à altura de seu espírito de fé e que enquadra com gosto nas linhas da progressista cidade. Confiados na graça de Deus esperamos ver concretizado, em breve, nosso ardente desejo.”

Por 18 anos o Padre Luís Moreira trabalhou na Paróquia até o dia 18 de outubro de 1974, quando faleceu.

* Padre Joaquim Santana e, o neo-sacerdote, Padre José Cândido da Silva estiveram à frente da Paróquia neste período.

5º. Padre José Cláudio Dias: 21 de dezembro de 1974, como seminarista. Em 22 de dezembro foi apresentado à comunidade pelo bispo diocesano, Dom Mário Teixeira Gurgel. Recebeu o diaconato em 13 de fevereiro de 1975 e a ordem Sacerdotal em 19 de abril do mesmo ano, ficando na paróquia até agosto de 1982.

6º. Os padres Redentoristas: Tarcísio Generoso da Fonseca, Luciano Silveira Ivo e Antônio Luiz Ribeiro, de 14 de agosto de 1982 a 31 de dezembro de 1984.

7º. Padre Ergo Dias de Araújo, 05 de janeiro de 1985 4 a outubro de 1987

* D. Mário Teixeira Gurgel, outubro e novembro e dezembro de 1987.

8º. Padre Afonso dos Santos Severino: 20 de dezembro de 1987 a maio de 1992.

* Padre José Cândido da Silva, setembro de 1992 a 18 de janeiro de 1993.

9º. Padre Renato Menezes Cruz: 07 de fevereiro de 1993 a 07 de fevereiro de 2000.

*  Frei Otaviano Souza de Andrade, em 1998 (vigário paroquial).

10º. Padre Geraldo Ildeo Franco, de 13 de fevereiro de 2000 a 21 de janeiro de 2001.

11º. Padre Almir Adomiran Duarte, 12 de janeiro de 2001 a 30 de maio de 2004.

12º. Padre Eurico Teodoro da Silva, 30 de maio de 2004 a fevereiro de 2006.

13º. Padre Cláudio Costa de Souza: de 2006 a 2008

14º. Padre Cléverson Francisco Pinheiro da Silva: 2008 a 2009

15º. Padre Hideraldo Veríssimo Vieira: 1º de fevereiro de 2009 a 21 de agosto de 2016

* Diácono Fernando, de 02 de fevereiro de 2010 até 31/7/2010.

* Padre Elinei Eustáquio Gonçalves, vigário paroquial, de 08 de agosto de 2010.

* Padre Marco José de Almeida, dia 12 de novembro de 2011 (vigário paroquial).

* Padre Ernesto Freitas Barcelos, (vigário Paroquial) em 17 de fevereiro de 2013.

16º. Padre Anderson Ferreira Teixeira: em 21 de agosto de 2016 assumiu como administrador Paroquial, tomando posse em 14 de setembro de 2016, Festa da Exaltação da Santa Cruz. Em 10 de agosto de 2018, tomou posse como pároco.

* Diácono Luciano dos Santos Rodrigues: 10 de agosto de 2016

* Padre José Luiz da Silva (vigário solidário): 06 de outubro de 2020

* Pe. Otaviano Souza de Andrade: Uso de Ordem e colaborador nas Paróquias São Sebastião, em São Sebastião do Rio Preto e Nossa Senhora do Rosário, em Santa Maria de Itabira, a partir de 03 de março de 2020.

O dia 7 de outubro é dedicado a Nossa Senhora do Rosário. Segundo a tradição, foi a própria Mãe de Deus que apareceu um dia a São Domingos de Gusmão (1170-1221), ensinou-lhe a rezar o Santo Rosário e lhe pediu que se propagasse esta prática, prometendo que muitos pecadores se converteriam e obteriam abundantes graças.

O império otomano, de confissão religiosa maometana, ameaçava novamente a cristandade na Europa. Ameaçavam conquistar Roma e entrar, a cavalo, na Basílica de S. Pedro.

Perante o gravíssimo perigo que ameaçava a Europa cristã, os príncipes aliaram-se e enfrentaram-nos na batalha de Lepanto, infligindo-lhes pesada derrota, apesar da superioridade numérica dos navios (286 naus contra 208 otomanas) e do vento contrário.

Agradecidos pela ajuda recebida do Alto, os venezianos mandaram gravar a seguinte inscrição: «Nem as tropas, nem as armas, nem os comandantes, mas a Virgem Maria do Rosário é que nos deu a vitória».
Enquanto os cristãos combatiam no estreito de Lepanto, muitos outros, por toda a Europa rezavam o terço, pedindo ajuda ao Céu.
S. Pio V instituiu neste dia, como gesto de ação de graças, a festa – hoje memória obrigatória – de Nossa Senhora do Rosário.

COMO SURGIU A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
A origem do Rosário é muito antiga. Conta-se que, no século VIII, os monges irlandeses, recitavam os 150 Salmos, usando pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos que não sabiam ler foram dispensados da recitação do Saltério e completavam suas práticas de piedade rezando 150 Pai-Nossos, que, mais tarde, foram substituídos por 150 Ave Marias. O Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante. Assim, esse exercício espiritual começou a se espalhar pelo mundo.
Maria Santíssima, em suas várias aparições, como em Lourdes, em Fátima e tantas outras, pede, ensina e reza junto, a oração do Rosário, que é um dos caminhos para se chegar a Jesus e a Salvação eterna. A sua devoção é uma poderosa arma de intercessão, um meio certo de se obter graças através da Virgem Maria e convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.

A palavra Rosário quer dizer um tanto de rosas, um buquê de rosas que se oferece a Nossa Senhora. Cada Ave Maria é uma rosa que oferecemos à Mãe, com carinho e esperança. Assim, quando rezamos o Santo Rosário completo, oferecemos um buquê de duzentas rosas À Mãe de Jesus.

UM POUCO DE HISTÓRIA...
Em 1214, São Domingos de Gusmão, o fundador da Ordem dos Pregadores (ou dos Frades Dominicanos) estava na cidade de Toulouse, na França. Enquanto rezava e fazia penitência pelos pecados dos homens e tendo passado três dias e três noites rezando e macerando o seu corpo com o objetivo de aplacar a cólera divina - parecia estar já morto pelas severas disciplinas - quando a Virgem Maria lhe apareceu. Com Sua voz materna, disse-lhe:
– Sabes tu, meu querido Domingos, de que arma se serviu a Santíssima Trindade para reformar o mundo?
– Ó Senhora! – respondeu ele, – Vós o sabeis melhor que eu, porque depois de vosso Filho, Jesus Cristo, fostes o principal instrumento de nossa Salvação.
Respondeu-lhe Maria Santíssima:
– Quero que saibas que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério.
Após a aparição mariana, São Domingos entrou na Catedral de Toulouse para reunir e falar aos fiéis, enquanto os sinos começaram a tocar sem qualquer intervenção humana. Quando o santo começou a pregar, uma espantosa tormenta se iniciou, houve um tremor de terra, o sol se velou, ouviram-se terríveis trovões e o céu iluminou-se de relâmpagos. Uma imagem de Nossa Senhora levantou três vezes os braços para pedir a Deus justiça para aqueles que não se arrependessem e recorressem à Sua proteção. São Domingos, perante tal fenômeno, rezou as orações do Santo Rosário e, por fim, cessou a tormenta. Pôde ele, então, continuar tranquilamente a sua pregação, e fê-lo com tal zelo e ardor nas palavras que os habitantes da cidade abraçaram quase todos à devoção ao Rosário da Virgem Maria. Em pouco tempo, viu-se uma substancial conversão de vida das pessoas.
São Domingos, após a aparição e ter recebido o Santo Rosário das mãos de Nossa Senhora, tornou-se, ele próprio, o grande propagador dessa devoção mariana no início do século XIII. A Igreja Católica lhe conferiu o título de "Apóstolo do Santo Rosário". Naquela época havia muitos hereges que desviavam os fiéis da Igreja Católica. São Domingos, com a prática da oração do Rosário da Virgem Maria e a pedido expresso de Nossa Senhora, começou a combater as heresias dos albigenses, as quais cresciam vertiginosamente na França.
O Papa mandou vários missionários para combater os hereges, mas nada conseguiram. Somente São Domingos, com a criação de sua ordem religiosa e com a insistente oração do Rosário, é que conseguiu acabar com esses hereges. São Domingos dizia que em todas as orações do Rosário pedia a intercessão de Maria Santíssima para converter os hereges e, com o passar dos anos, conseguiu essa conquista.

ORIGEM DA ORAÇÃO DO ROSÁRIO
A devoção a Nossa Senhora do Rosário, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, atravessa os séculos, trazendo a Igreja para o lado de Maria Santíssima, que a leva para a Salvação de Jesus. O Rosário de Maria une a terra aos Céus e recebe, da Igreja, a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas – por isso Rosário – é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa São João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam, recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus.

INSTITUIÇÃO DA FESTA LITÚRGICA
Em agradecimento pela vitória da Batalha de Muret, o nobre Simão IV de Monforte mandou construir o primeiro santuário dedicado a Nossa Senhora da Vitória. Em 1572, o Papa Pio V instituiu "Nossa Senhora da Vitória" como uma festa litúrgica para comemorar a vitória da Batalha de Lepanto. A vitória foi atribuída à intercessão da Virgem Maria por ter sido feita uma procissão do rosário naquele dia na Praça de São Pedro, em Roma, para o sucesso da missão da Liga Santa contra os turcos otomanos no oeste da Europa. Em 1573, Papa Gregório XIII mudou o título da comemoração para "Festa do Santo Rosário" e esta festa foi estendida pelo Papa Clemente XII a toda a Igreja Católica. Após as reformas do Concílio Vaticano II a festa foi renomeada para Nossa Senhora do Rosário. A festa tem a classificação litúrgica de memória universal e é comemorada dia 7 de outubro, aniversário da batalha.

FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
As festas do Rosário acontecem, em Minas Gerais, desde os primórdios do seu povoamento. É uma tradição mantida desde o tempo dos escravos e que se compõe de cortejos, desfiles de rei e rainha, bandas musicais e as danças dos grupos de marujadas que passam o dia a dançar e cantar hinos de louvor a Nossa Senhora. Durante o seu ciclo, acontece o chamado Reinado, que, a cada ano, é conduzido por um rei e uma rainha (eleitos no ano anterior) e sua corte. As guardas estão representadas nos diversos folguedos folclóricos que saem em cortejo pelas ruas da cidade.
Os grupos apresentam-se distinguindo uns dos outros pelas coreografias, instrumentos e pela música que executam durante o louvado. Estas ainda são acrescidas por espetáculos pirotécnicos e levantamento de mastros com as bandeiras de Nossa Senhora. Maria, serva do Senhor, faz parte deste povo humilde e, de certo modo, o representa.
O evento tem ornamentação, música, dança e diversas apresentações dos folguedos folclóricos como o congado, a marujada e outros. Ao final da festa é servido um almoço onde todos, sem distinção, são convidados a participar.

O PAPA SÃO JOÃO PAULO II E O ROSÁRIO
Papa São João Paulo II dedicou uma encíclica ao Santo Terço. Nela, o Santo Padre afirma: “O Rosário coloca-se ao serviço do ideal de que pela fé Jesus habita os corações, oferecendo o ‘segredo’ para abrir-se mais facilmente a um conhecimento profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho de Maria, o caminho do exemplo da Virgem de Nazaré, mulher de fé, silêncio e escuta. É, ao mesmo tempo, o caminho de uma devoção mariana animada pela certeza da relação indivisível que liga Cristo a Sua Mãe Santíssima: os mistérios de Cristo são também, de certo modo, os mistérios da Mãe, mesmo quando não está diretamente envolvida, pelo fato de ela viver d’Ele e para Ele. Na Ave-Maria, apropriando-nos das palavras do Arcanjo Gabriel e de Santa Isabel, sentimo-nos levados a procurar sempre de novo, em Maria, nos seus braços e no seu coração, o fruto bendito do seu ventre (cf. Lc 1,42)”
(Trecho da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, do Sumo Pontífice São João Paulo II.)

Maria é, para nós, sinal da misericórdia de Deus. Preservada de toda mancha de pecado, teve a plenitude da vida de Deus, em vista de sua maternidade messiânica. A plenitude da graça é sinal da sua santidade, da sua consagração, da sua missão. O Fiat e o Magnificat são a resposta de Maria a Deus: Santo é o seu nome! É o cântico da mulher forte, da profetiza de Deus. Com Maria queremos fazer com que nossa fé se torne ação de graças! Coloquemo-nos a caminho, com a mesma disponibilidade de Maria, no serviço dos irmãos.
Maria, que viveu na obscuridade da fé, mas foi um eco de Deus, espelho da santidade de Deus porque foi toda do Espírito Santo, nos una sempre mais a Ele, fazendo-nos atentos e dóceis à sua presença, pois ela é verdadeiramente Mãe.
Queremos contemplar o rosto de Jesus Cristo, com Maria e como Maria, e dela aprender a viver com dignidade a nossa vocação: ser Igreja, família de Deus.
Mãe do Rosário, rogai por nós!

SÚPLICA A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Lembrai-vos, ó doce Mãe e amorosíssima Virgem do Rosário, Mãe que nos fostes dada por Jesus para nosso amparo: cheios de confiança em vossa bondade, nós vos chamamos em nosso auxílio. Vinde ajudar-nos! A vós confiamos as nossas penas e dificuldades. Vinde aliviar-nos! A vós confiamos os nossos desejos e trabalhos. Vinde abençoar-nos!
Augusta Mãe e Senhora do Rosário, que tudo podeis obter de vosso Divino Filho, socorrei-nos! Protegei a Santa Igreja, a nossa pátria, a nossa família e a todos aqueles que esperam em vós e confiam em vossa proteção; sem esquecer também os que não sabem recorrer a vós.
Mãe queridíssima do Rosário, acolhei todas as nossas súplicas e dignai-vos atendê-las. Por Jesus Cristo, Senhor nosso. Amém!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
* A história do Santo Rosário in Opus Dei, 07-10-2017. Nossa Senhora do Rosário, Cruz Terra Santa / Santos e Ícones Católicos. * Atos da Caminhada de um povo, Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, 2004
* Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, do Sumo Pontífice São João Paulo II.
* São Domingos de Gusmão e a origem do Santo Rosário in Apostolado do Oratório, 07-10-2013.
* Cancaonova.com © 2002 – 2020
* Wikipédia, a enciclopédia livre.

Pároco

Pe. Anderson Ferreira Teixeira

Colaborador Paroquial

Pe. José Luiz da Silva

Diácono Paroquial

Luciano dos Santos Rodrigues

Telefone

(31) 3838-1199

Site

www.nossasenhoradorosario.com

E-mail

paroquiasmi@yahoo.com.br

Comunidades

Paróquia Nossa Senhora do Rosário
Praça Sagrados Corações, 3, Centro

Capela Santo Antônio
Rua Barro Preto, 40 - Zona Rural

Capela Nossa Senhora Aparecida
Baú Simão – Zona Rural

Capela São José
Rua São José do Chaves, 34 – Chaves – Zona Rural

Capela Nossa Senhora de Fátima
Comandante – Zona Rural

Capela São Sebastião
Córrego da Lage – Zona Rural

Capela Santa Terezinha Cotovelo – Zona Rural

Capela Nossa Senhora da Piedade
Cuité – Zona Rural

Capela Sagrado Coração de Jesus
Florença – Zona Rural

Capela Nossa Senhora das Dores
Gongo – Zona Rural – Antônio Dias

Capela São Sebastião
Rua Joaquim Amâncio, 341 – Hematita – Zona Rural

Capela São Benedito
Indaiá – Zona Rural

Capela Nossa Senhora do Carmo
Rua Virgílio de Alvarenga Duarte, 527 – Itauninha – Zona Rural

Capela Nossa Senhora Aparecida
Rua Padre Luiz, 54 – Lambari
Capela São Geraldo – Macuco – Zona Rural

Capela São Sebastião – Morro Escuro – Zona Rural

Capela São José – Oriente – Zona Rural

Capela Santo Antônio
Pedras – Zona Rural

Capela São Miguel Arcanjo Queiroz – Zona Rural – Antônio Dias - MG

Capela Santa Cruz
Quenta-Sol – Zona Rural

Capela São Pedro
São Pedro – Zona Rural

Capela Mãe Rainha
Soares – Zona Rural

Capela São Joaquim e Santana Taquaraçú – Zona Rural

Capela São Geraldo
Tatu – Zona Rural

Capela Santa Luzia
Rua Girassol, 114 – União

Capela São Geraldo
Rua Jonas Martins da Costa, 20 – Vila Marília Costa

Horários de Missas e Celebrações

Toda 1ª Sexta do mês - 08:00

Todas as Quintas-feiras - 19:30

Todo Domingo - 9;00 e às 19:30