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30 de maio de 2024

Dom Marco Aurélio Gubiotti “Pela Graça de Deus” (1 Cor 15,10)
Nasceu no dia 21 de outubro de 1963, em OuroFino/MG, filho de Benedito Gubiotti e Natalina Gubiott.

Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico SCJ, em Taubaté (SP).

Exerceu o ministério sagrado nas paróquias:
São Caetano em Brasópolis;
Santo Antônio em Jacutinga; Nossa Senhora Aparecida em Tocos do Moji;
São Sebastião em São Sebastião da Bela Vista e Nossa Senhora de Fátima em Santa Rita do Sapucaí.

Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo

05 de outubro de 2019 Palavra do Bispo

Queridos irmãos e irmãs!

A pedido do Papa Francisco iremos vivenciar este mês de outubro um tempo extraordinário de missionariedade, como forma de comemorar o centenário da promulgação da Carta apostólica Maximum illud, do Papa Bento XV (30 de novembro de 1919). Em sua carta diz-nos o Papa que “a celebração deste mês nos ajudará a reencontrarmos o sentido missionário da nossa adesão de fé a Jesus Cristo, fé recebida como dom gratuito no Batismo”.

O Papa pede na sua carta que o Mês Missionário Extraordinário se torne uma ocasião de graça intensa e fecunda para promover iniciativas e intensificar de modo particular a oração – alma de toda a missão –, o anúncio do Evangelho, a reflexão bíblica e teológica sobre a missão, as obras de caridade cristã e as ações concretas de colaboração e solidariedade entre as Igrejas, de modo que se desperte e jamais nos seja roubado o entusiasmo missionário.

A atividade missionária é a tarefa primária, o paradigma de toda a ação da Igreja e, por isso mesmo, seu maior desafio em todos os tempos. E o Papa nos exorta a um renovado empenho missionário, na convicção de que a missão rejuvenesce a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. Como já afirmava o documento Evangelii Nuntiandi (Paulo VI, 1975), logo após o concílio Vaticano: “Evangelizar constitui, de fato, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar” (EN 13).

Seja esse tempo muito especial para nossa diocese de renovação do nosso vigor de discípulos missionários, considerando-nos todos enviados em missão, a partir do nosso batismo, em nossas famílias, comunidade e na sociedade em que vivemos. Estejamos sempre conscientes que nossa primeira razão de ser Igreja é evangelizar, em todos os ambientes em que vivemos.

Neste mês missionário, rezemos pelo Sínodo da Amazônia que realizar-se-á entre 06 e 27 de Outubro, no Vaticano, que tem por objetivo refletir e encontrar novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral. No “Instrumentum Laboris”, documento de trabalho do Sínodo, traz a reflexão sobre a realidade do território amazônico e daqueles que nesta região vivem; sobre a ecologia integral e a “a problemática eclesiológica e pastoral” desta região.

Para que o Evangelho e a pessoa de Jesus Cristo sejam conhecidos e amados em todo o mundo, somos convidados/as a colaborar de forma generosa com nossa oferta nos dias 19 e 20 de outubro nas celebrações em todas as comunidades.

Supliquemos por intercessão de Santa Terezinha do Menino Jesus e São Francisco Xavier, padroeiros da missão junto a Deus por todos nós, para que, com a sua graça. Vivamos nossa vocação de batizados.

A Nossa Senhora Aparecida, nossa Mãe e padroeira, confiamos a missão de toda a nossa Igreja, de modo particular, nossa Diocese de Itabira-Cel. Fabriciano.

Com minha bênção de pai e pastor,

Dom Marco Aurélio Gubiotti
Bispo Diocesano de Itabira-Coronel Fabriciano
“Pela Graça de Deus” (1Cor 15,10)

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