Na manhã do dia 4 de agosto, memória litúrgica de São João Maria Vianney, patrono dos sacerdotes, a Diocese de Itabira–Coronel Fabriciano celebrou o Dia do Padre com um momento especial de comunhão, fraternidade e ação de graças pelo dom do ministério presbiteral.
A celebração aconteceu às 10h, na Paróquia São João Batista, em Itabira, e foi presidida por Dom Odilon Guimarães Moreira, Bispo Emérito da Diocese, contando com a presença de uma expressiva representação dos padres. Reunidos ao redor do altar, os presbíteros renovaram, na Eucaristia, a alegria da vocação recebida e a comunhão que os une no serviço ao Povo de Deus.
A escolha do dia 4 de agosto para celebrar o Dia do Padre está ligada à memória de São João Maria Vianney (1786–1859), conhecido como o Santo Cura d’Ars. Sacerdote francês, São João Maria Vianney dedicou sua vida ao ministério paroquial na pequena aldeia de Ars, tornando-se conhecido por sua intensa vida de oração, pelo amor à Eucaristia, pela dedicação ao Sacramento da Reconciliação e pelo incansável cuidado pastoral com o povo que lhe havia sido confiado. Sua vida simples e inteiramente entregue a Deus tornou-se referência para os sacerdotes de todo o mundo.
A celebração do Dia do Padre é, portanto, ocasião para agradecer a Deus pelo dom do sacerdócio ministerial e recordar a missão confiada aos presbíteros: configurados a Cristo, Bom Pastor, servir, ensinar, santificar e conduzir o povo de Deus, sobretudo pela proclamação da Palavra e pela celebração dos sacramentos.
A Santa Missa foi também expressão da comunhão do presbitério. A presença dos sacerdotes, vindos de diferentes paróquias e comunidades da Diocese, manifestou a fraternidade que nasce do sacramento da Ordem e se fortalece ao redor da mesma mesa eucarística.
Ao celebrar seus padres, a Diocese de Itabira–Coronel Fabriciano eleva a Deus sua ação de graças e convida todos os fiéis a rezarem pelos sacerdotes, para que, sustentados pela graça divina e inspirados pelo exemplo de São João Maria Vianney, permaneçam fiéis à missão recebida e sejam, em meio ao povo, sinais vivos da presença de Cristo, o Bom Pastor.