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19 de setembro de 2020

Paróquia Santana

A Paróquia Sant’ Ana pertence a Diocese de Itabira – Coronel Fabriciano e está situada em Santana do Paraíso – MG. No entanto seu curato pertenceu a Paróquia Santo Antônio de Mesquita até meados de 1969 quando se tornou oficialmente paróquia.

Sua história se mistura com a da cidade de Santana do Paraíso. Este município foi constituído, na segunda metade do século XIX. Essa cidade era denominada Taquaraçu, em razão da grande quantidade dessa planta aqui existente. Com o povoamento do lugar,  os fazendeiros doaram parte da terra  à Santana. Mudaram o nome para Santana do Paraíso e elegeram a Santa como sua padroeira. O nome Paraíso surgiu, em razão da beleza do lugar, com suas cachoeiras de águas límpidas, refrescantes e as belíssimas paisagens.

A festa de Santana, em homenagem à sua padroeira, é uma das maiores e mais bonitas tradições local.  Acontece no mês de julho, sempre com um brilho especial, numa semana de atividades religiosas, cuja culminância acontece no dia 26 de julho, dia de Santana. A belíssima imagem da Santa em procissão pelas ruas, abençoando e recebendo as homenagens de seu povo, traz grandes emoções. Esta festa, nas décadas de 50, 60 e 70, bem como o acendimento da fogueira(que se tornou símbolo da festa), acontecia no adro da Igreja, bem em frente da Matriz: fogueira enorme, marujos, banda de música, barraquinhas, Pastorinhas segurando as pontas de um lençol branco, recolhendo donativos para a santa e a construção da igreja, ruas enfeitadas com arcos de bambu e muitas bandeirolas. Procissão longa, serpeando as ruas descalças, ladeadas de casas simples, mas muito bem decoradas. O sino da Igreja replicava missa solene, Igreja lotada.

A Festa da Padroeira foi crescendo, à medida que o lugar foi desenvolvendo: povoado, distrito, cidade. Em cada época, sua celebração veio se ajustando ao gosto do povo. Vale ressaltar, que a festa nunca perdeu de vista seu intuito principal: homenagear a padroeira, dar espaço para a expressão do sentimento religioso do povo.

Dentre os imóveis em que a Paróquia possui se destacam a Igreja Matriz e o Espaço Santana localizados no centro da cidade.

A atual Igreja Matriz foi idealizada e planejada pelo Padre Dorilo Glória que  comandou a maior parte da construção, mas foi concluída e inaugurada pelo Padre Joaquim Santana entre os anos de 1954 e 1955 com a participação de toda a comunidade incluindo as crianças daquela época. Desde então a igreja passou por reformas, mas permanece com seu padrão estético sendo considerado um dos principais pontos turísticos da cidade.

Pra falar do Espaço Santana é preciso voltar um pouco na história. As crianças e jovens da cidade para estudar precisavam ir para outras cidades e Padre José Luduvikhfs vendo isso comprou um terreno próximo a matriz e construiu o ginásio comercial São José solucionando o problema de continuação dos estudos das crianças e jovens da cidade, mais tarde foi alugado pela prefeitura municipal para o uso da Escola Municipal José Dias Bicalho até o ano de 2014, tornando-se um prédio obsoleto.

Padre William ao chegar à cidade e perceber a necessidade do povo de um local que disponibilizasse atendimento espiritual, social, opções de entretenimento e compras. Idealizou o Espaço Santana que se trata de um condomínio com quatorze lojas comerciais, um salão de festas, secretaria paroquial e salas de atendimento. O principal foco do espaço é de cunho social, onde a Paróquia oferece atendimento gratuito para todos os que venham ao seu encontro. Tudo isso foi com construído com o apoio e investimento dos paroquianos e parceiros.

Padres que dirigiram a Paróquia:

  • Padre Dorilo Glória – 1948 a 1954 (Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Joaquim Santana de Castro, de 1954 a 1966 (Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre José Luduvikhfs – 1966 a 1974 (Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre Martinho Cornélio Cools – 1974 a 1975 (Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre Waldo José Pignaton CSSR -1975 a 1982(Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre Jésu Ferreira de Assis -1981(Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre José Miranda -1982(Mesquita/Santana do Paraíso)
  • José Miranda e Pe. Franco Monchiero -1982 a 1985(Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre Mássimo Ferrio -1986 a 1995(Mesquita/Santana do Paraíso)
  • Padre Marcos Antônio Rosa -1995 a 2002
  • Padre Grimaldo -2003 a 2004
  • Padre Paulo da Rocha Dias -2004 a 2008
  • Padre Raimundo Vieira da Rocha – 2008 a 2012
  • Padre Roberto Gualberto da Costa -2013 a 2014
  • Padre William Luciano Pires -2014 a 2019
  • Padre Elinei Eustáquio Gomes -2020

 

 

Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Os motivos são óbvios, pois os judeus esperavam a chegada do messias, como previam as sagradas profecias.

Assim, toda esposa judia esperava que dela nascesse o Salvador e, para tanto, ela tinha de dispor das condições para servir de veículo aos desígnios de Deus, se assim ele o desejasse. Por isso a esterilidade causava sofrimento e vergonha, e é nessa situação constrangedora que vamos encontrar o casal.

Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II, mas pelos escritos apócrifos, que não são citados na Bíblia, porque se entende que não foram inspirados por Deus. E eles apenas revelam o nome dos pais da Virgem Maria, que seria a Mãe do Messias.

No Evangelho, Jesus disse: “Dos frutos conhecereis a planta”. Assim, não foram precisos outros elementos para descrever-lhes a santidade, senão pelo exemplo de santidade da filha Maria. Afinal, Deus não escolheria filhos sem princípios ou dignidade para fazer deles o instrumento de sua ação.

Maria, ao nascer no dia 8 de setembro de um ano desconhecido, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida para, no futuro, ser a Mãe do Filho de Deus.

A princípio, apenas santa Ana era comemorada e, mesmo assim, em dias diferentes no Ocidente e no Oriente. Em 25 de julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. A partir de 1584, também são Joaquim passou a ser cultuado, no dia 20 de março. Só em 1913 a Igreja determinou que os avós de Jesus Cristo deviam ser celebrados juntos, no dia 26 de julho.

Pároco

Pe. Elinei Eustáquio Gomes

Diácono Paroquial

Diác. Euder Adeli Santos

Telefone

(31) 3251-6360

Site

www.igrejasantana.com.br

E-mail

secretaria@igrejasantana.com.br

Comunidades

Matriz
Centro

Nossa Senhora das Graças
Alto de Santana

São José
Boa Vista

Nossa Senhora de Lourdes
Achado de Baixo

Santo Antônio
Achado de Cima

São Francisco
São Francisco

Sagrado Coração de Jesus
Residencial Paraíso

São Pedro
Expansão do Bairro industrial

Nossa Senhora Aparecida
Industrial

Nossa Senhora de Guadalupe
Residencial Bethânia

Nossa Senhora Aparecida
Aguas Claras

Nossa Senhora de Fátima
Jardim Vitória

Horários de Missas e Celebrações

1ª Sexta-feira
Matriz 07:00
Sagrado 19:30

1º Sábado
Achado de cima 16:00
Achado de Baixo 17:00
Alto de Sant’ Ana 19:00

1º domingo
Industrial 08:00
Matriz 10:00
Águas Claras 10:00
São Francisco 18:00
Matriz 19:30

2° Sexta-feira
Residencial Bethânia 19:30

2º sábado
Boa vista 17:00
Sagrado Coração de Jesus 19:30
Alto de Sant’ Ana 19:00

2º domingo
Industrial 08:00
Matriz 10:00
Jardim Vitoria 18:00
Matriz 19:30

3ª quarta-feira
Alto de Santana 19:30

3ª sexta-feira
Bairro São José 19:00

3º sábado
Alto de Sant’ Ana 19:00

3º domingo
Industrial 08:00
Matriz 10:00
Águas Claras 10:00
São Francisco 18:00
Matriz 19:30

4ª sexta-feira
São Pedro 18:30
Residencial Bethania 19:30

4° sábado
Residencial Bethânia 18:00
Sagrado Coração de Jesus 19:30
Alto de Santana 19:30

4º domingo
Industrial 08:00
Matriz 10:00
Ipaba 10:00
Jardim Vitória 18:00
Matriz 19:30

5º domingo
Industrial 08:00
Matriz 10:00
Matriz 19:30

Toda quinta-feira
Matriz 07:00
Industrial 19:30